terça-feira, 30 de junho de 2009

Dos surtos que a gente tem

Vez ou outra a cabeça sobe, chega no vácuo do espaço, volta a milhão pra atmosfera, nessa queda dá uma incendiada básica e cai direto no lugar, em cima do pescoço, mas agora modificada em conteúdo e estrutura de forma que nada permanece, nada mais é do jeito que era antes. Isso é bom, é mutação, é adaptabilidade, é o acaso. Nem com meus surtos eu não surto mais. Eles acontecem porque tem que ser assim!

As pessoas deviam parar de se preocupar em ser lights, desopiladas, zen. Viver no platô não dá! Que muitas e muitas e muitas crises venham, para que novas idéias brotem e para que o mundo não embolore!

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